segunda-feira, 6 de abril de 2015

Recadastramento da Pessoa com Deficiência e Sorteio e doação de uma Cadeira


Se você é uma Pessoa com deficiência, é pai, mãe ou é parente  faça já recadastramento para que possamos traçar diretrizes em prol de nossa causa.

 

No final do cadastramento, será doado uma cadeira de rodas seminova do tipo:

 

• Construída em liga alumínio temperado;

• Rolamentos blindados nas quatro rodas, inclusive no eixo
vertical do garfo;

• Eixos de aço reforçado;

• Pintura epóxi;

• Estofamento 100% nylon acolchoado com almofada de alta
densidade incorporada;

• Estrutura dobrável em “X” com sistema de fechamento por
guias;

• Rodas traseiras de 24” infláveis, raiadas;

• Rodas dianteiras de 6” maciças, com garfo de alumínio;

• Aro de impulso em alumínio com pintura epóxi;

• Sistema de desmontagem rápida “quick release” nas quatro
rodas;

• Freios bilaterais;

• Protetor lateral de roupas em nylon com abas;

• Protetor de raios;

• Pedal removível com sistema “swingaway”;

• Apoio de braço escamoteável;

• Capacidade de peso de 120 Kg. 

FAÇA AQUI SEU RECADASTRAMENTO JÁ

sexta-feira, 20 de março de 2015

Direito de Ir e Vir é Constitucional

 

O artigo 5º da Constituição Federal estabelece o que se convencionou a chamar de direito de ir e vir de todos os cidadãos brasileiros. Ou seja, qualquer pessoa, livre ou não de deficiência ou mobilidade reduzida, deve ter o direito de poder chegar facilmente a qualquer lugar. A liberdade a que me refiro neste caso, é aquela que possibilitaria com que caminhássemos pelos passeios públicos sem nos deparar com desníveis, buracos, inexistência de ligação entre ruas e calçadas, rampas fora dos padrões, lixeiras, pontos de ônibus, bancas de jornais, bueiros destampados, ambulantes e pisos escorregadios. Utopia ou não, o fato é que esses casos são ainda muito comuns nas mais diferentes cidades do Brasil. Nos países desenvolvidos a legislação de trânsito prioriza o pedestre facilitando sua travessia e forçando a redução da velocidade dos carros. No Brasil ocorre o contrário. O privilégio concedido aos automóveis chega a criar barreiras intransponíveis para quem está a pé. Da mesma forma, nossos passeios públicos deveriam facilitar a circulação dos pedestres e possibilitar com que as pessoas com deficiência e seus familiares encontrassem menos ou nenhuma dificuldade para chegar até atendimentos de saúde, cinemas, igrejas, estabelecimentos comerciais, parques públicos, shows artísticos. Locais comuns e que devem ser frequentados por qualquer pessoa, mesmo aquelas sem condições ou com dificuldades de locomoção. Os passeios sem qualidade e os locais inacessíveis inibem a circulação dessas pessoas, levando-as ao isolamento, forçando-as a se concentrarem em espaços fechados e impedindo-as de sociabilizarem-se. As calçadas são os ambientes mais democráticos que existem, já que impulsionam as atividades econômicas. Por meio delas chegamos ao trabalho, ao comércio, aos clubes, aos shoppings. A grande questão é que esses espaços, conforme determinam as leis, são de responsabilidade do proprietário do imóvel e talvez por isso nos deparamos com as mais diferentes situações: pisos inadequados, degraus, raízes de árvores, enfim, passeios deteriorados e, o mais grave, inacessíveis. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2000, apontam que mais de 14% dos brasileiros convivem com algum tipo de deficiência definitiva. Esse dado pode aumentar significativamente, se incluirmos aí os idosos, os obesos ou os deficientes temporários, como aqueles que estão com algum membro imobilizado, assim como os milhares que se acidentam diariamente no trânsito de nossas cidades. Um estudo do Hospital das Clínicas de São Paulo revelou que idosos e mulheres com sapato de salto alto são as duas vítimas mais comuns de acidades nas calçadas. Os Ministérios Públicos e uma parcela significativa das prefeituras municipais têm feito cumprir as legislações que prevêem que prédios de uso público e coletivo possibilitem acesso a todas as pessoas. Mas, de que adianta ter, por exemplo, um banco com rampas e elevadores acessíveis, se as calçadas, que são a principal forma de acesso a esses locais e aos meios de transportes, são inacessíveis? A calçada acessível deve atender aos critérios contidos na NBR 9050/2004, da Associação Brasileira de Normas Técnicas. Os Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Creas), instituições que fiscalizam o exercício ilegal dessas profissões, há vários anos têm executado ações fiscalizatórias em parceria com os Ministérios Públicos Estaduais. Essas iniciativas, inclusive culminaram em ações práticas direcionadas a toda a população, como o Guia Prático para a Construção de Calçadas, elaborado pelo Crea de Mato Grosso do Sul, com o apoio de instituições públicas e privadas. De forma prática e, gratuitamente, o guia chega a todas as classes sociais levando informações atualizadas sobre legislações, pisos adequados, rebaixamento de guias, instalação de mobiliários urbanos e até mesmo as espécies de árvores ideais para esse fim. Enquanto nos couber a obrigatoriedade de construir e reformar nossas calçadas ou enquanto os poderes públicos não colaborarem executando os passeios, assim como se faz com a pavimentação asfáltica, não cometeremos erros alegando ignorância, já que temos à mão mecanismos gratuitos para que respeitemos nosso semelhante. A questão merece realmente muita atenção. Falamos das cidades que deixaremos para as próximas gerações. As soluções já nos bateram à porta. A construção de ambientes acessíveis deve ser cadeira obrigatória nos cursos de engenharia e arquitetura. Os órgãos públicos devem fazer cumprir a legislação e, principalmente, os engenheiros e arquitetos são os responsáveis pelos ambientes construídos. Muito nos cabe e já é chegada a hora de se caminhar olhando para o horizonte e não para baixo, desviando dos obstáculos do caminho. 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Recadastramento das Pessoas com Deficiência

 
A partir do dia 06 de fevereiro, a Integrar inicia o recadastramento das Pessoas com Deficiência do Nosso Município.  

Todos as pessoas devem entrar no blog ou ligar na associação.

O recadastramento durará quarenta dias, o intuito desse cadastro é mapear e avaliar a atual situação das Pessoas com Deficiência no nosso Município para traçar futuras ações.    


Clique Aqui para faz o Recadastro

sábado, 23 de novembro de 2013

Cursum, o carrinho de bebê adaptado para pais cadeirantes

Cursum, o carrinho de bebê adaptado para pais cadeirantes
Cursum, o carrinho de bebê adaptado para pais cadeirantes

É comum que pais e mães com deficiência tenham dificuldades na hora de encontrar produtos para crianças e bebês adaptados às suas necessidades. No caso dos cadeirantes, por exemplo, os carrinhos de bebê convencionais se mostram ineficientes e acabam atrapalhando a rotina da mãe ao invés de facilitar.

Para resolver esse problema uma estudante de design industrial sueca desenvolveu o Cursum, um carrinho de bebê projetado especificamente para ajudar pessoas com deficiência. Para chegar ao modelo ideal, Cindy Sjöblom entrevistou pais cadeirantes e mapeou demandas, desejos e necessidades. Ao final do processo os próprios entrevistados testaram o produto.

O projeto final consiste em um transportador de bebê, quatro rodas e peças anexadas a uma cadeira de rodas. O transporte fica na parte superior de um suporte giratório em forma de U que está ligado a um poste telescópico. O transportador pode então ser colocado em  diferentes ângulos e  alturas. Anexado à cadeira de rodas há peças que ajudam o quadro de apoio para os pés. Na parte da frente do Cursum, há duas rodas de dimensões maiores. Há também um saco de armazenamento construído para transportar artigos do bebê.

Outra vantagem do Cursum é que ele mantém o bebê à vista enquanto a cadeira de rodas se movimenta. Além disso, o modelo foi equipado com dobradiças que permitem que ele seja erguido na presença de obstáculos. Cursum também pode ser usado independente da cadeira de rodas. As rodas menores traseiras estendem-se e formam uma base.

O cadeirante consegue transpor desníveis e posicionar o cesto do bebê em vários ângulos

 O Cursum tem engate simples à cadeira de rodas e pode ser utilizado de forma independente



 
Fonte: Catraca Livre


sábado, 16 de novembro de 2013

Mara Gabrilli - Gabi Quase Proibida 13/11/2013 -

Mara Gabrilli - Gabi Quase Proibida 

Mara Gabrilli

Mara Gabrilli, 45 anos, é publicitária, psicóloga, deputada federal pelo PSDB, eleita nas Eleições 2010 com 160.138 votos, para a legislatura 2011-2014.

Ex-vereadora na Câmara Municipal de São Paulo (2007-2010). Nas Eleições 2008, quando reeleita vereadora, foi a mulher mais votada do Brasil com 79.912 votos. Entre 2005 e 2007, foi a primeira titular da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida da Prefeitura de São Paulo.

Fundou, em 1997, o Instituto Mara Gabrilli, OSCIP que apóia atletas com deficiência, promove o Desenho Universal, fomenta pesquisas científicas e projetos culturais. 

Mara Gabrilli escreve uma coluna mensal para a revista TPM (Trip Editora) há dez anos, cujas 50 melhores crônicas foram reunidas no livro Íntima Desordem – os melhores textos na TPM (Arx e Versar). Além da TPM, mantém colunas na revista Sentidos (editora Escala) e no portal Vida Mais Livre. Comanda o programa de rádio Derrubando Barreiras: acesso para todos, na Eldorado AM, e o Momento Terceiro Setor, na rádio Trianon AM.

Foi consultora do livro Vai encarar? - A Nação (quase) invisível das pessoas com deficiência (Melhoramentos), de Claudia Matarazzo, e colaborou com o capítulo: “Educação para Todos: uma questão de direitos humanos” no livro Educação 2010 – as mais importantes tendências na visão dos mais importantes educadores (Humana Editorial), entre outras participações em publicações. 

Em reconhecimento a sua atuação, foi eleita Paulistana do Ano (2007) pela revista Veja São Paulo, figurou entre os Cem Brasileiros Mais Influentes (2008) das revistas Isto É e Época, e foi finalista do Prêmio Claudia 2008 na categoria Políticas Públicas.

 

Fonte: https://www.facebook.com/maragabrilli?fref=ts





segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Filme aborda história do movimento político das pessoas com deficiência


A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), por intermédio da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência (SNPD), lança nesta segunda-feira (20), às 19h, no Museu da República, em Brasília, o filme-documentário “História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência”.

O projeto, que também teve apoio da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), tem por objetivo sistematizar e criar um acervo do movimento da luta pelos direitos das pessoas com deficiência, com o intuito de resgatar e preservar sua história.

O filme será lançado em português, espanhol e inglês e conta com audiodescrição e legenda nas três línguas, além de janela com intérprete de Libras.

A partir de uma pesquisa e levantamento em âmbito nacional, foram escolhidas lideranças que participaram tanto do surgimento quanto da consolidação do movimento – pessoas com deficiência física, intelectual, visual, auditiva, múltipla e especialistas. Entrevistas, fotos, atas, convites, selos comemorativos, encartes, reportagens, tudo está registrado no livro e no filme-documentário, a partir de várias referências históricas a iniciativas, desde o Império até os dias atuais.

Tanto o filme-documentário, quanto a publicação de mesmo nome, lançada no último dia 13 de dezembro em evento no Palácio do Planalto, integram o projeto de cooperação técnica entitulado “Fortalecimento da Organização do Movimento Social das Pessoas com Deficiência no Brasil e Divulgação de suas Conquistas”, que tem por objetivo contar a história das pessoas com deficiência, com ênfase no aspecto político, particularmente no contexto da abertura política no final da década de 1970 e da organização dos novos movimentos sociais no Brasil.



Assista o documentário e faça uma viagem histórica sobre a construção do ideal de inclusão e cidadania das pessoas com deficiência. Veja também o Livro "História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência".  


PARTE1 
PARTE2 
PARTE3 
PARTE4 
PARTE5 

Fonte: Portal Brasil 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Os desafios de ser deficiente

O Programa Liga da Rede Band mostrou alguns vídeos sobre o desafio de ser deficiente. 

clique na Imagem e confira:
A Liga - <p>03/09 - Os desafios de ser deficiente</p>Infográfico: A Liga - 03/09 - Os desafios de ser deficiente